Publicado por: Kaya Barros em: 31/03/2008
Devemos olhar com tolerância toda loucura, fracasso e vício dos outros, sabendo que encaramos apenas nossas próprias loucuras, fracassos e vícios. Pois eles são os fracassos da humanidade à qual também pertencemos e assim temos todos os mesmos fracassos em nós. Não devemos nos indignar com os outros por esses vícios apenas por não aparecerem [...]
Publicado por: Kaya Barros em: 29/03/2008
A pior coisa que existe é você mentir para si mesmo. Você consegue enganar o mundo inteiro, mas nunca consegue se esconder de si próprio. E é engraçado como a gente tenta se enganar, usando artifícios sempre, e em tudo.
E você mastiga um chiclete ou come um salgadinho, pro seu estômago parar de roncar – [...]
Publicado por: Kaya Barros em: 27/03/2008
Sofrer não deixa de ser uma maneira de sentir-se generoso, porque somente quando sofre o Homem é capaz de se soltar de si e mirar o outro.
Sofre-se, sempre, pelo o outro, para o outro, por causa do outro.
São muitos os miseráveis que escolhem sofrer para provar que amam. Sem saber eles estão dizendo quando choram [...]
Publicado por: Kaya Barros em: 22/03/2008
A ciência, a Filosofia e a Psicologia sempre tentaram contestar a existência de Deus. Aos olhos de Deus a sabedoria do homem é loucura. É como um cachorro correndo atrás do próprio rabo.
Ele deve dar risada dessa gente que quer desvendar o espaço sideral e que investe tantos bilhões em tecnologia mas que até hoje [...]
Um homem é mais homem pelas coisas que silencia do que pelas que diz. Vou silenciar muitas. Sabendo que não há causas vitoriosas, gosto das causas perdidas: elas exigem uma alma inteira, tanto na derrota quanto nas vitórias passageiras. Criar é viver duas vezes… Todos tentam imitar, repetir e recriar sua própria realidade. Sempre acabamos [...]
Publicado por: Kaya Barros em: 07/03/2008
O amor nunca morre de morte natural. Añais Nin estava certa.
Morre porque o matamos ou o deixamos morrer.
Morre envenenado pela angústia. Morre enforcado pelo abraço. Morre esfaqueado pelas costas. Morre eletrocutado pela sinceridade. Morre atropelado pela grosseria. Morre sufocado pela desavença.
Mortes patéticas, cruéis, sem obituário e missa de sétimo dia.
Mortes sem sangramento. [...]