M E T A N Ó I A

Para meditar…

Publicado por: Kaya Barros em: 17/09/2008

“O que a mim me concerne o Senhor levará a bom termo…” (Sl. 138.8)

Há no sofrimento um mistério divino, sim, um poder estranho e sobrenatural, que nunca foi penetrado pela razão humana. Não há alma que não tenha conhecido grande santidade, que também não tenha passado por grande sofrimento. Quando a alma chega ao ponto calmo e doce de não abrigar preocupações, quando ela pode ter no íntimo um olhar suave para com a própria dor e nem sequer pede a Deus para livrá-la do sofrimento, então o sofrimento já cumpriu seu bendito ministério; então a paciência concluiu sua obra perfeita; então a crucificação começa a transformar-se em coroa.

[Lettie Cowman]

“Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor…” (Fp. 3.8)

Se você quer vir a salvar outros, não pode salvar-se a si mesmo. Se quer dar muito fruto, precisa ser sepultado em trevas e solidão. Meu coração treme ao ouvir estas coisas. Mas se Jesus me pede isto, possa eu dizer a mim mesmo como é sublime entrar na comunhão dos seus sofrimentos; e estarei na melhor das companhias. E possa eu ainda dizer a mim mesmo que tudo isso tem por fim tornar-me em vaso idôneo para seu uso. O Calvário dEle floresceu e frutificou; assim será com o meu também. Abundância sairá da dor; vida, da morte. Não é essa a lei do Reino?

[Lettie Cowman]

3 Respostas para "Para meditar…"

lendo este post. lembrei de uma vez que debruçado sobre a biografia de jonh wesley ele confessava que certa vez ele ,em suas viajens missionarias encontrou um certo reverendo que lhe ensinou um pouco mas do reino de Deus ele depois dessa aula ele diz: senhor, ganhei tantos almas para ti e quem ganhara a minha propria alma!!!

muito bom seu blog caro irmão apareça no meu blog para refletirmos junto e o irmão compartilha sua reflexão conosco
graça e paz

Verdadeiro e maravilhoso! Que mais se poderia dizer?

Poético.
Mas se isso é uma coroa, que seja de flores miúdas e levemente aromáticas – quase imperceptíveis.
Como a humildade.
Que a gente não precisa mostrar como um troféu.
Grata.

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